O tempo não para e temos o dever de realizarmos ações que possam atingir e oferecer o bem estar ao maior número de pessoas em atos certeiros. Eis aqui a tarefa de todos os dirigentes da mais simples instituição ou ao magnânimo empreendimento de milhões que esta a sua frente e gestão. A mão do Mestre dosa as medidas, o preparo do remédio a ser oferecido ao tema ainda sem solução, porém a demora na solução causa estragos indigestos e curva-se para a descredibilidade de quem esta a frente da questão. Todos tem a árdua tarefa de vencer os desafios diários e ainda lhe sobrar tempo para novas ideias e viabilidades de executá-las sistematicamente.

 


No passado tínhamos a força da Agricultura (manuseio da terra) como fonte de renda e sustento; depois evoluímos para a tarefa Industrial e agora estamos na era da Democratização da Internet, do conhecimento online. Vejam que o galope ocorrido situa-se melhor assim: em 1.900 o homem demorava até 100 anos para dobrar de tamanho seus conhecimentos; em 1.945 este espaço cai para 25 anos, em 2.015 a cada 13 meses os conhecimentos são renovados e se a velocidade das informações continuar neste ritmo, há de se prever que em 2.020 a cada 12 horas haverá conhecimentos novos. Neste aspecto, devemos observar que o tempo é quem governa as ações e devemos nos adaptar a essa velocidade em nosso dia a dia. Diante disto, podemos perceber que o que há de mais importante neste duelo do tempo e da tecnologia, é a capacidade de administramos tudo isto, através de nossas ideias, saber, inteligência, raciocínio lógico, pois será o que nos restará, uma vez que já há estudos que em 2.030 as máquinas serão à força de trabalho nas empresas utilizando o mínimo de pessoas.

Vejam que o investimento na educação, na reciclagem de conhecimentos, é um dos maiores patrimônios que temos, pois as Empresas que estão saindo do mercado competitivo são exatamente aquelas que não investem em sua mão de obra, pois acreditam que estão criando e preparando pessoas para os seus concorrentes, mas por outro lado, se não investirem para melhorar o conhecimento de seus colaboradores estarão inativos e falidos em pouco tempo.

O homem sempre conviveu com várias gerações em seu redor, seja na família, no colégio, na universidade, no trabalho, etc., porém atualmente este contato ficou mais acirrado, pois os nascidos após 1.990, são uma geração da conectividade (computadores, internet, aplicativos, celulares, tabletes, iphone, whatsapp, etc.). Antes, quando perguntávamos aos nossos pais sobre alguns assuntos, opiniões e como fazer para darmos soluções dos problemas que nos incomodavam, recebíamos seus conselhos e orientações, e era o que nos bastava.

A geração dos nascidos após 1.990, quase nunca perguntam aos mais velhos a respeito de suas dúvidas, pois tem ao seu alcance o "mestre das questões - Sr. Google", e o que irá prevalecer sempre são as "respostas" que lá encontram e assim tomas as suas opiniões.

Apliquemos estas informações a um âmbito empresarial, onde além do faturamento, temos também que colocar em pauta, a manutenção de todas estas 3 ou 4 gerações em um mesmo ambiente de trabalho, e aqui sim, teremos que estar munidos de inteligência emocional e intelectual suficiente para gerenciar as faixas etárias, de modo que os mais velhos ofereçam experiências e os mais novos, com sua energia e velocidade entendam a necessidade de atentar para a vivência dos que já traziam resultados sem a tecnologia de hoje.

Finalizando, não só o nosso Brasil continente passa atualmente por dificuldades diversas, seja ela econômica e/ou política, mas também o mundo, está aldeia global, muda a todo instante, e por isto a necessidade de estarmos sempre trabalhando novos rumos, opções, demandas, dinâmica do conhecimento, pois tudo ao redor esta em transformação frenética e cibernética.

Temos que sair de nossa zona de conforto e contribuir para este mundo maravilhoso que nos acolhe.

Fraternalmente,


Ir.'. Márcio Corrêa Fernandes
Presidente do Conselho Gestor da Ação Maçônica Internacional - AMI